



MONKEES DAY!!! 11 / 09 / 2004 São Paulo - SP Participem!!!! Maiores informações no site |
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De
tudo, ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento. Quero vivê-lo em cada vão momento E em seu louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto Ao seu pesar ou seu contentamento. E assim, quando mais tarde me procure Quem sabe a morte, angústia de quem vive Quem sabe a solidão, fim de quem ama Eu possa me dizer do amor (que tive) Que seja imortal, posto que não é chama E que seja infinito enquanto dure. |
Neste soneto de Vinícius de Moraes,"Fidelidade", mudei de lugar a palavra "não".

E nos acertaram em cheio!!! Micky e Davy!!! ![]()
Estamos babando
por eles até hoje...!!
Eu queria que você dissesse prá gente o seguinte:
O que foi, exatamente, que te levou a gostar do grupo The Monkees? As músicas? A aparência dos rapazes? As piadas e esquetes da série? Não tinham nada mais interessante para ver na TV no mesmo dia e horário? Todas as coisas que citei aqui?
Outras mais? Quais?
Para se manifestar, é só clicar no botão dos comentários e enviar, ok?
Monkee-abraços para você! ![]()
Mari.
Tem mais!
Quando eu e minhas irmãs viajávamos para o litoral, nessa mesma época, passávamos por uma dificuldade básica: a TV não sintonizava o canal que passava o seriado! Mais choradeira...claro.
Às vezes, a TV colaborava um pouquinho, e dava para ouvir as falas, no meio daquela imagem toda chuviscada...Nós ficávamos grudadas ( literalmente ) na TV, tentando adivinhar qual episódio estava passando...é lógico que nós sabíamos identificar exatamente qual monkee estava falando!
Quando eu tinha uns 12 anos, assistia ao seriado, que passava todos os dias.
Acontece que, nessa mesma época, eu gostava muito de brincar na rua com meus amigos...e pedia para minha mãe avisar quando estivesse na hora do seriado...Na maioria das vezes dava certo, e a gente parava a brincadeira, entrava cada uma na sua casa para ver os Monkees, e depois saía de novo na rua, para comentar o episódio!
Mas algumas vezes eu me esquecia, ou minha mãe se esquecia de nos chamar...Adivinhem...era a maior choradeira: "Perdi os Monkees ...buáááááá...Agora só amanhã...nunca vou ficar sabendo qual episódio eu perdi...buááááá..."
Ah, agora sim!!!!
Este espaço vai ficar muito divertido!!!!
Hey, hey, we're the monkees fans!!!
bjs
Renata

Pode sim! Foi assim que começou a amizade entre a Marilene e eu. Logo depois de constatarmos que ambas gostávamos dos Monkees, uma perguntou à outra qual era o seu Monkee preferido. Eu disse que era o Davy, e ela disse o mesmo.
Nós duas mentimos! ![]()
A verdade é que eu já era uma Dolenzete fervorosa, e ela uma (Mikete? Nesmithete?) Nezhead convicta. Naquele momento em que ainda não nos conhecíamos bem quisemos preservar a nossa privacidade, e respondemos com a resposta "default".
Porém, talvez na tentativa de sustentar a mentira, acabamos passando por um surto de davyte (foi assim que batizamos essa fase, meses depois). Então nos comportamos como Jonesetes, chegando eu a alguns atos ridículos... hehehe.... Só vou citar dois exemplos.
Havia lá em casa um brochinho com uma figura de santo, a qual ficava sob um retângulo de plástico espesso e transparente que servia como lente de aumento. O brochinho podia ser desmontado e a figura substituída por outra. Advinhem que "santo" coloquei lá?! Uma foto pequenina (e linda) do Davy.
Eu ia para a escola com o brochinho todos os dias. Umas colegas conservadoras olhavam e achavam aquilo absurdo. Imagine, andar com a foto de um rapaz dependurada na blusa...
Outro dos meus atos desvairados foi pedir a uma cabeleireira que cortasse o meu cabelo como o do Davy. Levei uma foto para ela saber exatamente o que eu queria. A moça fez um bom trabalho, ficou bem parecido. Eu adorava olhar no espelho e ver em mim o cabelo do Davy...
(Querem saber que atos ridículos a Marilene cometeu? Não me lembro de nenhum. Ela era uma garota bem comportada.)
Enfim, vários meses depois, acabamos confessando mutuamente nossas reais predileções. Nossa breve fase de Jonesetes ficou para trás. Foi bom, não nego. (Valeu, Davy!)
Mas não dá para abafar por muito tempo o clamor da verdadeira paixão, sabem como é...![]()
Nosso primeiro disco... a gente não esquece mais!
Fomos numa loja de departamentos do centro de Niterói - RJ (Sandiz, infelizmente não existe mais) para comprar roupas para a ceia de Natal. Estávamos passeando de bobeira dentro da loja (era uma delícia andar por toda a Sandiz!), e acabamos na seção de discos (LP mesmo, não existiam CDs ainda). De repente, para a nossa surpresa, o que surge diante de nossos olhos?
Um disco importado chamado "The Best Of The Monkees", lançado naquele ano, em comemoração ao 20º aniversário do grupo - além do retorno aos shows!
E agora? Que fazer?
Aquele disco "falava" com a gente: "ME LEVA, ME LEVA...!"![]()
Paramos de pensar muito, e compramos o disco. Como ele era importado, levou praticamente TUDO que tínhamos para as roupas. Até convencer nossa mãe que tínhamos feito o melhor... !!!!![]()
MAS CLARO QUE VALEU À PENA!!!![]()

É muito legal mesmo ter este espaço para expressar os nossos sentimentos monkee!
Parabéns pela iniciativa, Mari! ![]()
Neste meu primeiro post gostaria de prestar homenagem à minha grande amiga, mais-do-que-irmã, Marilene de Almeida. Foi devido aos Monkees que nos tornamos amigas, e assim nos mantivemos por 33 anos. Atualmente ela se encontra ocupada ensinando os anjinhos a tocar músicas dos Monkees em suas harpinhas de ouro. ![]()
Falando nisso, vocês se lembram do Peter tocando "I wanna be free" naquela harpa? Desde então existe a suspeita de que a verdadeira identidade de Peter Tork seja... Harpo Marx! ![]()
Hey, hey, they're THE MONKEES...![]()

Aqui, temos nosso espaço para blogar tudo o que quisermos sobre o conjunto: nossas opiniões, nossas histórias, nossas vidas ligadas às deles durante as últimas décadas...
Galera, puxem suas cadeiras, apertem seus cintos e... teclados, AVANTE! ![]()
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